Volume II – Trade Marketing: Praticando o Trade

escrito por Rodrigo Lamin 16 fevereiro, 2017
trade marketing praticando o trade
Antes de começar, leia o volume 1: "Do significado à prática"

No primeiro material da série “A jornada de Flávio”, você conheceu a história da Laticínios da Porteira, uma fábrica familiar de produtos derivados do leite que visualizou uma oportunidade de crescimento com o planejamento de expansão das vendas. Nosso colega Flávio mergulhou, então, no universo do trade marketing depois de entender que esse era o caminho para melhorar os resultados com planejamento. Neste segundo volume, você vai acompanhar a tomada de decisão sobre contratar ou internalizar uma equipe de trade marketing, e o que é preciso para concretizar essa meta.

CAPÍTULO 1 - COMO ESTRUTURAR?

Nenhuma outra empresa da região atuava com trade até o momento. Não era possível realizar um benchmarking* para trocar experiências sobre como dar os primeiros passos. Teria que buscar referências sozinho.

  • Benchmarking: processo de avaliação da empresa em relação à concorrência e empresas relacionadas. É com o benchmarking que é possível incorporar as melhores práticas de outras empresas e aperfeiçoar os próprios métodos.

Flávio sabia que existiam modelos diferentes de atuação. Ele poderia formar um novo departamento, bem como contratar uma agência especializada no serviço, escolhendo promotores exclusivos ou compartilhados com outras empresas (o que influenciaria diretamente nos custos). Outra opção seria misturar esses dois tipos de modelos, com promotores próprios e terceirizados. Ele se lembrou de um post que havia lido no Clube do Trade com uma pesquisa sobre o perfil das operações de trade marketing no Brasil. Eram empresas que estavam presentes na APAS e que responderam questões básicas sobre como o trade marketing estava estruturado em cada uma delas.

INTERNALIZAR OU NÃO?

Como o porte da Laticínios da Porteira ainda estava na fase intermediária, entre 50 e 100 funcionários, resolveu ponderar sobre quais seriam as necessidades de execução no ponto de venda. Achou melhor não arriscar a contratação de um serviço e preferiu se aprofundar nos conteúdos para iniciar o projeto da empresa Este também foi o assunto de mais uma leitura que ele praticou no Clube do Trade. A resposta é uma busca constante no mercado. Um dos fatores determinantes para que ele tomasse a decisão de internalizar o projeto foi o tamanho da equipe. Se o time fosse maior, a conclusão dele seria diferente.

5 Comentários

RAPHAEL BERNARDI
RAPHAEL BERNARDI 6 agosto, 2017 at 20:45

Show !!!

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cristiano 21 julho, 2017 at 10:00

top

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Arielli Secco
Arielli Secco 21 julho, 2017 at 13:33

Obrigada, Cristiano! Continue com a gente. 🙂

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Fabiane
Fabiane 20 julho, 2017 at 21:13

👏✍

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Arielli Secco
Arielli Secco 21 julho, 2017 at 10:41

Espero que tenha gostado do conteúdo, Fabiane! 🙂

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